A Kodak, que esteve nos primórdios da revolução digital antes de outros a verem como futuro, com o Photo-CD e com a primeira reflex digital digna desse nome, um corpo Nikon com uma caixa imensa que tive oportunidade de ver na altura na Photokina, acaba de declarar-se incapaz de continuar. Ou algo assim mas com todo o palavreado da Economia.
É o fim de uma era. A Kodak necessita de resolver como pagar as dívidas e arrumar a casa. Garante que as subsidiárias fora dos Estados Unidos vão continuar a funcionar, mas quem viu o que sucedeu em Portugal nos últimos anos desconfiará do que vem a seguir. É sempre difícil nestas alturas apostar no Amanhã.
A verdade é uma: a Kodak está agonizante. E isso é mau para a história da fotografia. Porque tempos houve em que quando se pedia uma câmara se dizia... Kodak.
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